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Coordenador

2014/2011 – (Financiado_QREN)
Coordenadora de Sub-rede – Laboratório Comunicacional Hipermédia: Da Vida Real aos Mundos Virtuais, do Projeto RCTA – Rede de Ciência e Tecnologia do Alentejo. (http://www.hi-lab.pt.vu/)
Este Projeto consiste num Sistema de apoio ao Parque de Ciência e Tecnologia – Incubadoras de Empresas de Base Tecnológica e ao Sistema de Apoio a Infraestruturas Científicas e Tecnológicas (eixo 1 do QREN).

A construção de um Laboratório Comunicacional Hipermédia visa implementar, utilizar e reforçar competências em situação de transferência de tecnologia educativa (Fab Labs, Histórias de Vida, e-Portefólios, Mundos Virtuais, Plataformas Learning Management System), recorrendo a espaços com mobilidade (camião Rede de Ciência e Tecnologia do Alentejo_Sala_QUERIES; vida real e mundos virtuais).

O objetivo consiste na promoção de fatores de empregabilidade, ou seja, no estímulo ao empreendedorismo no Ensino Superior, criando empregabilidade para os estudantes que terminam aquele ensino a nível nacional, nos seguintes locais: Universidade de Évora (CTedu); Institutos Politécnicos de Santarém, Beja e Portalegre; e além-fronteiras.

A entidade promotora do projeto é a Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém, tendo como parceiras a Universidade de Évora, os Institutos Politécnicos de Portalegre e de Beja, a ADRAL (Associação para o Desenvolvimento Regional do Alentejo) e a Ydreams.

2011-2012 – O projeto “Digi_ZIP_ZAP” (http://eraizes.com/digizipzap/) foi criado no âmbito da unidade curricular Metodologias do Projeto Tecnológico do Mestrado em Educação e Comunicação Multimédia da Escola Superior de Educação de Santarém. Tem como principal objetivo dar a conhecer um conjunto de formações de base digital (Histórias de Vida, Linkedin, WordPress, Second Life, Empreendedorismo e Facebook). De notar que todas estas unidades de formação são apresentadas ao cibernauta em formato de e-learning).

2011 – “Candidatura ao Kit Audiovisual educast@fccn” . Aprovação pela FCCN no dia 10 de março de 2011de atribuição de um Kit para produção de videoconferências. Valor financeiro de 4.000 euros.

2011-2014 – e_raizes_redes – O projeto “e_raízes_redes” (http://eraizes.ipsantarem.pt/) inscreve-se em reflexões orientadas para uma ação à escala global, reflexões essas que visam a análise do impacto das tecnologias da comunicação, no âmbito dos processos de uma mudança civilizacional (de ordem social, política, económica, cultural nas sociedades, contemporâneas).

Se a Estratégia de Lisboa (EU2020) visava preparar a transição para uma economia e uma sociedade baseadas no conhecimento, através da aplicação de melhores políticas, quer no âmbito da Sociedade da Informação e do Desenvolvimento, quer na aceleração do processo de uma reforma estrutural, de molde a fomentar a competitividade e a inovação, quer na conclusão do mercado interno, a Estratégia para a Sociedade da Informação (posi2010) traça o quadro estratégico da Comissão Europeia, quadro que define as grandes orientações políticas para a sociedade da informação e para as tecnologias da comunicação.

Esta política integrada visa, nomeadamente, incentivar o conhecimento e a inovação para apoio ao crescimento e à criação de empregos mais numerosos e de melhor qualidade, inscrevendo-se no quadro da revisão da estratégia de Lisboa. É assim que no contexto do Ensino Superior português, o “Contrato de Confiança para o Futuro de Portugal”, assinado pelo MCT e pelas universidades portuguesas, prevê um aumento da capacidade de resposta das Instituições, no âmbito da “formação a distância”. É um desafio que implica a abordagem e  implementação de um conjunto de percursos e de estratégias científicas, metodológicas e pedagógicas que passaremos a enunciar.

Objetivos

A nível da conceção, mas particularmente ao da execução deste projeto, apenas é suposto viável, eficaz e global, se apoiado por uma equipa com competências diversificadas, (técnicos de informática, programadores, membros dos centros de investigação, departamentos, unidades, docentes, tutores, especialistas, consultores externos e elementos com valências).

Tal percurso de aprendizagem permite-nos induzir os pontos que consideramos fundamentais para o desenvolvimento de uma estratégia de e-learning, no âmbito da sua implementação e difusão:

  1. Equacionar, com objetividade e pragmatismo, qual ou quais os Cursos/Unidades Curriculares que poderão e/ou deverão ser “declinados” para este formato
  2. Criar uma macro-estrutura para suporte e apoio aos estudantes através de

a) uma página Web com toda a informação necessária e acessível a qualquer cidadão

b) uma estrutura de curso para um formato a distância

  1. Constituir uma equipa multidisciplinar, de molde a poder dar resposta às necessidades educativas de um estudante, que procure este tipo de formação
  2. Inventariar os meios materiais e outros recursos, que possam vir a ser necessários para a implementação e desenvolvimento do projeto
  3. 5. (Re)construir, em três momentos fundamentais, conteúdos que respeitem a passagem – “do papel ao ecrã”:
  • Instâncias de planificação: papel de alguns “indicadores”, decorrentes dessa mudança, tais como a legibilidade do documento (cor, tipo de letra, vocabulário acessível, imagens, estrutura do hipertexto, orientação do processo de leitura, articulação imagens-texto)
  • Instâncias de construção: “indicadores” de escrita (título informativo e fortemente apelativo); um 1º parágrafo síntese (linhas de força orientadoras da leitura); conceção[Lince10] hipertextual do conteúdo, com realce, ao longo do texto, da hierarquia subjacente ao mesmo; introdução de hiperligações, cuidados com o fecho do mesmo
  • Instâncias de receção[Lince11] : funções de usabilidade e de multimodalidade integradas (atenção dada à passagem de ferramentas “sempre à mão – esferográfica, pedaço de papel – para ferramentas de suporte informático; operações de linearização e/ou ramificação (lan)
  1. Demarcar objetivos em função das necessidades específicas de cada unidade curricular e do todo que integram
  2. Formar professores e tutores
  3. Implementar o projeto, a partir de um ano experimental
  4. Avaliar o percurso de aprendizagem dos formandos neste ano zero
  5. Reconstruir o formato em função da experiência e da avaliação consequente.

2011-2012 – Coordenadora como membro parceiro (em representação da Escola Superior de Educação de Santarém) do projeto APLFD – Associação Portuguesa de Laboratórios de Fabricação Digital ao abrigo do aviso SIAC AAC n.º 01/SIAC/2010, para o primeiro ano de atividade foi aprovado pelo QREN/Compete.

Nome do projeto: Fab Labs Portugal

O objetivo geral do projeto é criar uma rede nacional de Fab Labs, uma rede de laboratórios de fabricação digital aberta à sociedade que promova o Empreendedorismo e a criação de empresas com maior valor acrescentado.

Os objetivos operacionais do projeto configuram-se a dois níveis:

·         Ao nível do laboratório digital – da rede Fab Labs

Empreender um trabalho estruturante que organize, sistematize e normalize informação a disponibilizar a cada um dos Fab Lab que se venha a criar em Portugal, no sentido de criar e manter uma marca que os caracterize e seja capaz de atrair os utilizadores nacionais e internacionais.

·         Ao nível da sociedade em geral – público

Criar e partilhar estratégias e materiais de comunicação orientados para grupos algo tipificados, como sejam: alunos do secundário, alunos do ensino profissional, alunos do ensino superior, desempregados, aposentados, cientistas, empresários, entre outros que sejam identificados.

Realizar uma série de apresentações pelo país junto de promotores e comunidades de potenciais utilizadores.

2012-2010 – Coordenadora do Projeto TVCOMmunity. Projeto com financiamento (QREN SIIDT RNG).

Introdução

De uma forma breve, este projeto pretende combinar, numa mesma plataforma, a apresentação de conteúdos vídeo e de animações RIA, em interação com serviços externos e permitindo a comunicação, em simultâneo, com grupos de interesses comuns; possibilitará a abertura a diversos domínios (desde o turismo, ao desporto ou à política) e a diferentes mercados/posicionamentos (comercial, académico ou de serviço público).

Estado da arte

A utilização de conteúdos vídeo e RIA tem vindo a aumentar progressivamente, de acordo com as capacidades crescentes de largura de banda e no seguimento da evolução das Redes de Nova Geração.

No que toca às soluções de apresentação de conteúdos vídeo, estas, de modo geral, não disponibilizam a apresentação de conteúdos RIA (e.g. animações), encontrando-se classificadas em quatro grupos principais: (i) plataformas de dinamização e utilização comunitária (como é o caso do youtube.com); (ii) plataformas de venda de conteúdos vídeo (e.g. hulu.com); (iii) plataformas de disponibilização de conteúdos TV gratuitos em formato digital – geralmente associados a canais públicos de televisão (como o tvweb360.com e o wwitv.com); (iv) plataformas IPTV de serviço fechado, com necessidades específicas de hardware e modelos de subscrição de serviços (digisoft.tv, por exemplo). Independentemente do grupo de aplicações, não existe um repositório que possa ser utilizado out-of-the-box e sobre o qual o editor possa ter controlo sobre os seus conteúdos e o possa associar à sua instituição ou marca.

Objectivos

O projeto a desenvolver está orientado por oito objetivos base. A saber:

(i)             evoluir no processo comunicativo, partilha de conteúdos, informação e experiências em ambiente web;

(ii)           combater a infoexclusão, como canal de divulgação de conhecimento, lazer e acesso a serviços, independentemente da localização geográfica do seu utilizador;

(iii)          estimular, através de uma postura aberta e independente, a adoção da plataforma por diferentes entidades ou indivíduos (com ou sem formação informática), na perspetiva de consumidor ou produtor de conteúdos;

(iv)          possibilitar e estimular a extensibilidade da plataforma por parte de terceiros (o que passará pela definição de novos conteúdos, serviços ou modos de interação);

(v)           divulgar produtos e serviços de empresas comerciais; pretende-se o impulso comercial das mesmas, através de uma apresentação diferenciada da sua oferta, com maior detalhe e apresentação mais realista;

(vi)          partilhar o conhecimento sob a perspetiva de canais educativos; pretende-se um impulso educacional para que o conhecimento deixe de estar preso geograficamente;

(vii)        aproximar o cidadão da sua administração local e global, pela divulgação de iniciativas e conteúdos, assim como pelo acesso a serviços que possibilitem desmaterialização e execução não presencial;

(viii)       impulsionar a apetência para o lazer, o contacto e a interação entre grupos de interesse comum, pela comunicação e discussão de temas partilhados.

2012/2010 – Coordenadora de Sub-rede – Laboratório Comunicacional hipermédia: Da Vida Real aos Mundos Virtuais, do Projeto RCTA – Rede de Ciência e Tecnologia do Alentejo. (Projeto com financiamento)

Este Projeto consiste num Sistema de apoio à Parque de Ciência e TecnologiaIncubadoras de Empresas de Base Tecnológica e ao Sistema de Apoio a Infraestruturas Científicas e Tecnológicas (eixo 1 do QREN).

A construção de um Laboratório Comunicacional Hipermédia visa implementar, utilizar e reforçar competências em transferência de tecnologia educativa (Fab Labs, Histórias de Vida, E-Portefólios, Mundos Virtuais, Plataformas Learning Management System), recorrendo a espaços com mobilidade (camião Rede de Ciência e Tecnologia do Alentejo_Sala_QUERIES; vida real e mundos virtuais).

A finalidade consiste na promoção de fatores de empregabilidade, ou seja, estimular o empreendedorismo no Ensino Superior, criando empregabilidade para os estudantes que terminam o ensino superior a nível nacional, nos seguintes locais: Universidade de Évora (CTedu); Institutos Politécnicos de Santarém, Beja e Portalegre; e além-fronteiras.

A entidade promotora do projecto é a Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém, tendo como parceiras a Universidade de Évora, os Institutos Politécnicos de Portalegre e de Beja, a ADRAL (Associação para o Desenvolvimento Regional do Alentejo) e a Ydreams.

2009 – Coordenadora, em parceria com Bordalo Pacheco do Projeto Ilha Inovação e Criatividade. (Projeto com financiamento)

http://slurl.comsecondlife/Educação%20e%20Inovação/133/130/35

O Centro de Competência em TIC da ESE de Santarém (CCESES) e a Coordenação do Curso de Mestrado em ECM desta Escola propõem, por solicitação do grupo coordenador da DGIDC, um conjunto de atividades tendentes a contribuir para o fomento da utilização educativa do ambiente de mundos virtuais, nomeadamente o Second Life.

A contribuição da ESES traduzir-se-á, nomeadamente, na concretização das seguintes actividades e iniciativas, desenvolvidas ao longo do ano letivo de 2008/2009

1 – Planeamento e construção de uma ilha no Second Life que englobou os seguintes itens:

• Espaços destinados a cada um dos Centros de Competência TIC ao ECRIE Espaços destinados aos Projetos de Formação Contínua em Matemática, Ensino Experimental das Ciências e Ensino do Português

• Centro de Conferências Virtual

• Gabinete de Apoio

• Sala de reuniões privada

• Zona de Convívio

• Estruturas envolventes (jardins, percursos…)

2 – Promoção, em ligação com a ECRIE, de uma discussão, alargada aos Centros de Competência e restantes entidades envolvidas, sobre a dimensão educativa do projeto e funcionalidades a implementar.

3 – Apoio ao desenho da formação dos utilizadores, conceção de materiais e outros recursos a ela destinados.

4– Promoção, em ligação com a ECRIE, de uma discussão, alargada aos Centros de Competência e restantes entidades envolvidas, sobre a manutenção e gestão dos espaços e dos recursos. Disponibilização de recursos de gestão e formação na sua utilização.

5 – Apoio à utilização técnica e pedagógica do Second Life, em geral, e da ilha, em particular, através do estabelecimento e animação de uma comunidade de práticas.

6 – Apoio técnico ao processo de aquisição da ilha à Linden Lab, por parte da DGDIC/ECRIE.

7 – Criação de elementos de branding e de um videograma promocional do projeto.

2009 – Coordenadora do Projeto Moebius: from Technology to Employability. Submissão de candidatura ao Projeto Poliempreende 2009. Vencedor do 1º prémio regional (com financiamento).

O Projeto “Moebius: from Technology to Employability” pretende contribuir para a acessibilidade dos estudantes que terminaram o ensino superior e de desempregados, em geral, ao mercado de trabalho. Para isso, construímos um curso que será desenvolvido ao longo de um mês.

De notar que o projeto que agora apresentamos pode ser “importado” para outra região/distrito. O modelo será comum a todas as formações, apresentando mudanças só a nível dos seus intervenientes regionais.

Primeira Semana: Connections

A primeira semana apresentará um percurso híbrido – apresentação de comunicações e dinamização de workshops. Assim, contamos com um conjunto de intervenções (“A Universidade num espaço empresarial”; “Estratégias e Medidas Empreendedoras”) e de workshops diversificados, no domínio do empreendedorismo (“Vamos descascar… Uma Grande Ideia”; Competências relacionais; Construção do CV Europass).

Segunda Semana: Tecnologias Interativas – FAB LABS, espaços RL e SL

Na segunda semana, os estudantes poderão desenvolver ideias inovadoras através da construção de um protótipo no laboratório (FAB LABS). Estes instrumentos construídos em laboratório serão posteriormente apresentados em espaços presenciais (RL) e em mundos virtuais (SL).

Terceira Semana: Imersão em Espaço Empresarial

A terceira semana será dedicada à imersão dos participantes num espaço empresarial, ou seja, os inscritos no curso terão a possibilidade de acompanhar os trabalhos que são desenvolvidos nas empresas e, ao mesmo tempo, apresentar o protótipo construído na FAB LAB.

Quarta Semana: Construção do Plano de Negócios

Na quarta semana, os participantes poderão ficar a conhecer as medidas, os programas e os concursos abertos para a submissão de candidaturas. Nos três dias que se seguem irão construir a candidatura (plano de negócios) que será submetida a concurso nacional e/ou Internacional.

No último dia de formação, cada participante irá inscrever os projetos que desenvolveu ao longo da sua vida, na Plataforma de e-Portfólios Fluids_ID e, no período da tarde, todos terão a possibilidade de apresentar publicamente as competências pessoais e relacionais adquiridas ao longo do curso.

Desde 2008 – Cocoordenadora, com Jean Campiche do Projeto SLESES. Este projeto nacional do Ensino Superior tem como objetivo geral implementar a ESES no espaço virtual Second Life. Foi construído no âmbito do Mestrado em Educação e Comunicação Multimédia da ESES, sendo, no entanto, alargado a toda a comunidade escolar.

Assim, são objetivos do projeto SLESES:

•     providenciar formação adequada a toda a equipa pertencente ao projeto (nomeadamente nas áreas de building e designing em SL, Linden Scripting Language e Machinima),

•     arquitetar o espaço Escola Superior de Educação de Santarém em Second Life (SLESES);

•     implementar e programar os objetos no referido espaço;

•     conceber e implementar videogramas promocionais e de divulgação em SL;

•     conceber e disponibilizar manuais de ajuda para os novos residentes/visitantes do SLESES.

Para tal, foi constituída uma equipa de trabalho pluridisciplinar, agregando alguns docentes (Ana Loureiro, António Andrade, Dina Aguiar, Jean Campiche, José Nunes, José Soares e Maria Barbas, que têm a seu cargo a coordenação e a dinamização do grupo a que pertencem) e um vasto número de alunos. Será esta equipa que irá conceber, desenvolver e implementar todo o espaço virtual do SLESES.

A equipa foi dividida em cinco grupos de trabalho distintos, determinados pelas necessidades e especificidades inerentes ao projeto. Importa salientar que a equipa foi constituída de forma voluntária. Para além dos docentes, como já referido, conta com alunos do mestrado em Educação e Comunicação Multimédia, da licenciatura em Educação e Comunicação Multimédia (regime diurno e noturno) e da licenciatura em Artes Plásticas e Multimédia. Serão cerca de quarenta os elementos envolvidos neste projeto e a trabalhar para que o SLESES atinja os objetivos a que se propõe.

Para a criação e posterior dinamização do espaço SLESES, foram definidas quatro grandes áreas/grupos, a saber:

•     “scripting”, que se irá debruçar sobre a conceção do espaço, programação dos objetos e comportamentos dos avatares;

•     “building” e Design, que irá adquirir competências para modelação dos objetos 3D e para conceber, desenhar e construir novos objetos e espaços;

•     multimédia (Machinima), que irá construir videogramas e conteúdos multimédia para passarem em espaço virtual;

•     “helpdesk” (ajuda), que terá como função primordial a de dinamizar e promover a interação entre a escola virtual e a escola real.

Numa fase posterior, haverá uma quinta equipa que ficará responsável, como já referido, pela avaliação das implicações, influências e potencialidades do SLESES nos processos de ensino-aprendizagem. Este grupo é coordenado por Maria Barbas (aka Rocio Barbasz) e Ana Loureiro (aka Anitia Loire). Tentar-se-á perceber se, de facto, como afirma Wagner (2007), se pode considerar a Second Life como “an ideal pedagogical resource” [4].

O projeto conta, ainda, com a colaboração do Centro de Documentação e Informação (CDI), do Centro de Recursos Audiovisuais (CRAV), do Centro de Informática (CI) e da Associação de Estudantes da ESES.

Desde 2007 – Coordenadora do Projeto Poliempreende, projeto Nacional do Ensino Superior.

As empresas com forte componente inovadora são fundamentais para a transformação de ideias e projetos do meio científico e académico em resultados concretos suscetíveis de exploração económica e com viabilidade no mercado, contribuindo nomeadamente para a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, a proteção do meio ambiente e o desenvolvimento/implementação de tecnologias de informação.

Este projeto visa contribuir para:

– a mudança de atitudes dos atores académicos dos Institutos Politécnicos, induzindo-os a incorporar nas suas atividades regulares o desenvolvimento e a aplicação de métodos para a valorização do conhecimento gerado;

– o enriquecimento curricular, dando resposta ao desafio do processo de Bolonha e às orientações da Estratégia de Lisboa.

– a constituição de novas empresas de cariz inovador e implementação regional, com potencial de crescimento.

Terá como destinatários:

– estudantes de graduação ou pós-graduação de escolas dos Institutos Politécnicos envolvidos, com inscrição em vigor;

– diplomados de qualquer grau, há menos de 3 anos, por escolas dos Institutos Politécnicos envolvidos;

– docentes das escolas dos Institutos Politécnicos envolvidos ou outros indivíduos, desde que integrando equipas constituídas maioritariamente por estudantes e diplomados.

Desde 2010- 2006 – Coordenadora do Projeto Fluids ID. Projeto Nacional da Escola Superior de Educação de Santarém. (Projeto com financiamento)

O projeto e-Portefolio 2.0: instrumento pedagógico de empregabilidade, pretende contribuir para o conhecimento e implementação de uma ferramenta – e-Portefolio – de sociabilidade – WEB 3.0 – que se inscreve numa Sociedade Fluida e Multimodal.

Esta temática justifica-se numa dimensão nacional, uma vez que pretende dar resposta à medida apresentada no Plano Estratégico Nacional do Plano Tecnológico, mais especificamente, na terceira prioridade, que visa contribuir para a garantia da “coesão social” através da qualificação tecnológica escolar e profissional do cidadão que se movimenta na rede fluida e multimodal da WEB 3.0. Para tal, tentaremos apresentar o “e-Portefolio” como um instrumento capaz de ajudar a promover a empregabilidade e o empreendedorismo do cidadão.

Numa dimensão internacional, pretendemos através deste projeto dar resposta às medidas que estão a ser implementadas, a nível mundial, pelo Europortfolio Memorandum of Understanding (MoU) – EIFEL (Building and Learning Europe) e, no continente americano, pelo “Learning Innovations Forum(LIFIA) no sentido de criar um e-portfólio para todos os cidadãos até 2010.

2003 – Elaboração e Coordenação do Projeto Olhares de um projeto entrecruzado: da sala de aula ao ciberespaço – “À aventura interdisciplinar das línguas com as “WEBQuest”, uma parceria da ESES e da Escola Secundária Sá da Bandeira.

O estudo “À Aventura das línguas com as WEBQuest” situa-se na área de interseção das disciplinas curriculares do 7º ano com a disciplina de 4º ano do Curso de Professores do EB, variante de Educação Visual e Tecnológica, de Técnicas da Comunicação Audiovisual. Enquadra-se na área de conceção e produção do projeto na disciplina de Área de Projeto e de exploração de conteúdos das disciplinas de línguas (Português, Alemão, Inglês e Francês) e de outras disciplinas curriculares (Ciências Naturais, Matemática, Geografia, História, Físico-Química, Educação Visual e Educação Física).

2000 – Elaboração e coordenação do Projeto Vamos aprender, divertindo-nos com a língua e as tecnologias, destinado a aprendentes do 4º ano do 1º Ciclo do Ensino Básico e enquadrado no âmbito do Ensino Precoce das Línguas e das Tecnologias de Informação e Comunicação.

2000/1999 – Cocoordenação, em parceria com Marina McIsacc do Projeto Convergência Interativa Internacional, entre os alunos de Técnicas de Comunicação Audiovisual do Curso de Professores do 2º Ciclo na Variante de Educação Visual e Tecnológica e os alunos de Educational Media and Computers de Arizona State University.