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Integração em Projetos Nacionais

2013_2015 (Financiado _QREN no valor de 138.429,87€)
Aprovada a candidatura N.º 23201 SIGLA: VisualYzARt de 30-09-2011 do Aviso de Concurso N.º 13/SI/2011 pela Autoridade de Gestão do Programa Operacional Fatores de Competitividade – Sistema de Incentivos à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico. Parceiros: Universidade Católica, Instituto Politecnico de Leiria, Universidade de Coimbra e Ydreams (líder do projeto).

2010_2014 – (Financiado_QREN no valor de 107.260,11€) Coordenadora de Sub-rede – Laboratório Comunicacional Hipermédia: Da Vida Real aos Mundos Virtuais, do Projeto RCTA – Rede de Ciência e Tecnologia do Alentejo. (http://www.hi-lab.pt.vu/)
Este Projeto consiste num Sistema de apoio ao Parque de Ciência e Tecnologia – Incubadoras de Empresas de Base Tecnológica e ao Sistema de Apoio a Infraestruturas Científicas e Tecnológicas (eixo 1 do QREN).
A construção de um Laboratório Comunicacional Hipermédia visa implementar, utilizar e reforçar competências em situação de transferência de tecnologia educativa (Fab Labs, Histórias de Vida, e-Portefólios, Mundos Virtuais, Plataformas Learning Management System), recorrendo a espaços com mobilidade (camião Rede de Ciência e Tecnologia do Alentejo_Sala_QUERIES; vida real e mundos virtuais).

O objetivo consiste na promoção de fatores de empregabilidade, ou seja, no estímulo ao empreendedorismo no Ensino Superior, criando empregabilidade para os estudantes que terminam aquele ensino a nível nacional, nos seguintes locais: Universidade de Évora (CTedu); Institutos Politécnicos de Santarém, Beja e Portalegre; e além-fronteiras.

A entidade promotora do projeto é a Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém, tendo como parceiras a Universidade de Évora, os Institutos Politécnicos de Portalegre e de Beja, a ADRAL (Associação para o Desenvolvimento Regional do Alentejo) e a Ydreams.

2011 (financiado_FCCN_ 3400 euros) “Candidatura ao Kit Audiovisual educast@fccn”. Aprovação pela FCCN no dia 10 de março de 2011 relativamente à atribuição de um Kit para produção de videoconferências.
2011-2014 – e.raizes_redes (financiado_IPSantarem) O projeto “e.raízes_redes” (http://eraizes.ipsantarem.pt/) inscreve-se em reflexões orientadas para uma ação à escala global, reflexões essas que visam a análise do impacto das tecnologias da comunicação, no âmbito dos processos de uma mudança civilizacional (de ordem social, política, económica, cultural nas sociedades contemporâneas).
Objetivos
A nível da conceção, mais particularmente ao da execução deste projeto, pretende-se que seja viável, eficaz e global, se apoiado por uma equipa com competências diversificadas (técnicos de informática, programadores, membros dos centros de investigação, departamentos, unidades, docentes, tutores, especialistas, consultores externos e elementos com valências).
Tal percurso de aprendizagem permite-nos induzir os pontos que consideramos fundamentais para o desenvolvimento de uma estratégia de eLearning, no âmbito da sua implementação e difusão
1. Equacionar, com objetividade e pragmatismo, qual ou quais os Cursos/Unidades Curriculares que poderão e/ou deverão ser “declinados” para este formato;
2. Criar uma macro-estrutura para suporte e apoio aos estudantes através de
a) uma página Web com toda a informação necessária e acessível a qualquer cidadão;
b) uma estrutura de curso para um formato a distância.
3. Constituir uma equipa multidisciplinar, de molde a poder dar resposta às necessidades educativas de um estudante que procure este tipo de formação;
4. Inventariar os meios materiais e outros recursos, que possam vir a ser necessários para a implementação e desenvolvimento do projeto;
5. (re) construir, em três momentos fundamentais, conteúdos que respeitem a passagem – “do papel ao ecrã”, designadamente:

• Instâncias de planificação: papel de alguns “indicadores”, decorrentes dessa mudança, tais como a legibilidade do documento (cor, tipo de letra, vocabulário acessível, imagens, estrutura do hipertexto, orientação do processo de leitura, articulação imagens-texto);

• Instâncias de construção: “indicadores” de escrita (título informativo e fortemente apelativo); um 1º parágrafo síntese (linhas de força orientadoras da leitura); conceção hipertextual do conteúdo, com realce, ao longo do texto, da hierarquia subjacente ao mesmo; introdução de hiperligações, cuidados com o fecho do mesmo;

• Instâncias de receção: funções de usabilidade e de multimodalidade integradas (atenção dada à passagem de ferramentas “sempre à mão” – esferográfica, pedaço de papel – para ferramentas de suporte informático; operações de linearização e/ou ramificação (lan).

6. Demarcar objetivos em função das necessidades específicas de cada unidade curricular e do todo que integram;
7. Formar professores e tutores;
8. Implementar o projeto, a partir de um ano experimental;
9. Avaliar o percurso de aprendizagem dos formandos neste ano zero;
10. Reconstruir o formato em função da experiência e da avaliação consequente.

2011-2012 – (Financiado SIAC – no valor de 58.000,00€) Coordenadora na ESE, como membro parceiro, (em representação da Escola Superior de Educação de Santarém) do projeto APLFD – Associação Portuguesa de Laboratórios de Fabricação Digital ao abrigo do aviso SIAC AAC n.º 01/SIAC/2010.Para o primeiro ano de atividade foi aprovado pelo QREN/Compete.
Nome do projeto: Fab Labs Portugal
O objetivo geral do projeto é criar uma rede nacional de Fab Labs, uma rede de laboratórios de fabricação digital aberta à sociedade, que promova o Empreendedorismo e a criação de empresas com maior valor acrescentado.
Os objetivos operacionais do projeto configuram-se a dois níveis:
· Ao nível do laboratório digital – da rede Fab Labs
Empreender um trabalho estruturante que organize, sistematize e normalize informação a disponibilizar a cada um dos Fab Lab que se venha a criar em Portugal, no sentido de criar e manter uma marca que os caracterize e seja capaz de atrair os utilizadores nacionais e internacionais.
· Ao nível da sociedade em geral – público
Criar e partilhar estratégias e materiais de comunicação orientados para grupos algo tipificados, tais como: estudantes do secundário, estudantes do ensino profissional, estudantes do ensino superior, desempregados, aposentados, cientistas, empresários, entre outros que sejam identificados.
Realizar uma série de apresentações pelo país, junto de promotores e comunidades de potenciais utilizadores.

2012-2010 – (Financiado_QREN_ 33.000 euros)
Coordenadora do Projeto TVCOMmunity. Projeto com financiamento (QREN SIIDT RNG).
Introdução
De uma forma breve, este projeto pretende combinar, numa mesma plataforma, a apresentação de conteúdos vídeo e de animações RIA, em interação com serviços externos e permitindo a comunicação, em simultâneo, com grupos de interesses comuns; possibilitará a abertura a diversos domínios (desde o turismo, ao desporto ou à política) e a diferentes mercados/posicionamentos (comercial, académico ou de serviço público).
Estado da arte
A utilização de conteúdos vídeo e RIA tem vindo a aumentar progressivamente, de acordo com as capacidades crescentes de largura de banda e no seguimento da evolução das Redes de Nova Geração.
No que toca às soluções de apresentação de conteúdos vídeo, estas, de modo geral, não disponibilizam a apresentação de conteúdos RIA (e.g. animações), encontrando-se classificadas em quatro grupos principais: (i) plataformas de dinamização e utilização comunitária (como é o caso do youtube.com); (ii) plataformas de venda de conteúdos vídeo (e.g. hulu.com); (iii) plataformas de disponibilização de conteúdos TV gratuitos em formato digital – geralmente associados a canais públicos de televisão (como o tvweb360.com e o wwitv.com); (iv) plataformas IPTV de serviço fechado, com necessidades específicas de hardware e modelos de subscrição de serviços (digisoft.tv, por exemplo). Independentemente do grupo de aplicações, não existe um repositório que possa ser utilizado out-of-the-box em que o editor possa ter controlo sobre os seus conteúdos e os possa associar à sua instituição ou marca.

2009 – (Financiado_DGIDC_ no valor de 25.000,00€)
Coordenadora, em parceria com Bordalo Pacheco, do Projeto Ilha: Inovação e Criatividade. (Projeto com financiamento da DGIDC) http://slurl.comsecondlife/Educação%20e%20Inovação/133/130/35
O Centro de Competência em TIC da ESE de Santarém (CCESES) e a Coordenação do Curso de Mestrado em ECM desta Escola propõem, por solicitação do grupo coordenador da DGIDC, um conjunto de atividades tendentes a contribuir para o fomento da utilização educativa do ambiente dos mundos virtuais, nomeadamente o Second Life.
A contribuição da ESES traduzir-se-á, sobretudo, na concretização das seguintes atividades e iniciativas, desenvolvidas ao longo do ano letivo de 2008/2009
1 – Planeamento e construção de uma ilha no Second Life, ilha que englobou os seguintes itens
• Espaços destinados a cada um dos Centros de Competência TIC ao ECRIE: Espaços destinados aos Projetos de Formação Contínua em Matemática, Ensino Experimental das Ciências e Ensino do Português;
• Centro de Conferências Virtual;
• Gabinete de Apoio;
• Sala privada de reuniões;
• Zona de Convívio;
• Estruturas envolventes (jardins, percursos…).
2 – Promoção, em ligação com a ECRIE, de uma discussão, alargada aos Centros de Competência e às restantes entidades envolvidas, sobre a dimensão educativa do projeto e as funcionalidades a implementar;
3 – Apoio ao desenho da formação dos utilizadores, conceção de materiais e outros recursos a ela destinados;
4– Promoção, em ligação com a ECRIE, de uma discussão, alargada aos Centros de Competência e às restantes entidades envolvidas, sobre a manutenção e a gestão dos espaços e dos recursos. Disponibilização de recursos de gestão e formação na sua utilização;
5 – Apoio à utilização técnica e pedagógica do Second Life, em geral, e da ilha, em particular, através do estabelecimento e animação de uma comunidade de práticas;
6 – Apoio técnico ao processo de aquisição da ilha à Linden Lab, por parte da DGDIC/ECRIE;
7 – Criação de elementos de branding e de um videograma promocional do projeto.

2009 – (Premiado com financiamento_Poliempreende_2000 euros)
Coordenadora do Projeto Moebius: from Technology to Employability. Submissão de candidatura ao Projeto Poliempreende 2009. Vencedor do 1º prémio regional (com financiamento).
O Projeto “Moebius: from Technology to Employability” pretende contribuir para a acessibilidade ao mercado de trabalho dos estudantes que terminaram o ensino superior e dos desempregados, em geral. Para isso, construímos um curso que será desenvolvido ao longo de um mês.
De notar que o projeto que agora apresentamos, pode ser “importado” para outra região/distrito. O modelo será comum a todas as formações, apresentando mudanças apenas a nível dos seus intervenientes regionais.
Primeira Semana: Connections
A primeira semana apresentará um percurso híbrido – apresentação de comunicações e dinamização de workshops. Assim, contamos com um conjunto de intervenções (“A Universidade num espaço empresarial”; “Estratégias e Medidas Empreendedoras”) e de workshops diversificados, no domínio do empreendedorismo (“Vamos descascar… Uma Grande Ideia”; Competências relacionais; Construção do CV Europass).
Segunda Semana: Tecnologias Interativas – FAB LABS, espaços RL e SL
Na segunda semana, os estudantes poderão desenvolver ideias inovadoras através da construção de um protótipo no laboratório (FAB LABS). Estes instrumentos, construídos em laboratório, serão posteriormente apresentados em espaços presenciais (RL) e em mundos virtuais (SL).
Terceira Semana: Imersão em Espaço Empresarial
A terceira semana será dedicada à imersão dos participantes num espaço empresarial, ou seja, os inscritos no curso terão a possibilidade de acompanhar os trabalhos que são desenvolvidos nas empresas e, ao mesmo tempo, apresentar o protótipo construído na FAB LAB.
Quarta Semana: Construção do Plano de Negócios
Na quarta semana, os participantes poderão ficar a conhecer as medidas, os programas e os concursos abertos para a submissão de candidaturas. Nos três dias que se seguem, irão construir a candidatura (plano de negócios), que será submetida a concurso nacional e/ou Internacional.
No último dia de formação, cada participante irá inscrever os projetos que desenvolveu ao longo da sua vida, na Plataforma de e-Portfólios Fluids_ID e, no período da tarde, todos terão a possibilidade de apresentar publicamente as competências pessoais e relacionais adquiridas ao longo do curso.

Desde 2008 –2011 (sem financiamento)
Cocoordenadora, com Jean Campiche do Projeto SLESES. (http://vodpod.com/watch/3699980-sleses-a-ilha-da-eses-no-second-life) Este projeto nacional do Ensino Superior tem como objetivo geral implementar a ESES no espaço virtual Second Life. Foi construído no âmbito do Mestrado em Educação e Comunicação Multimédia da ESES, tendo sido, no entanto, alargado a toda a comunidade escolar.
Assim, são objetivos do projeto SLESES
• providenciar formação adequada a toda a equipa pertencente ao projeto (nomeadamente nas áreas de building e designing em SL, Linden Scripting Language e Machinima);
• arquitetar o espaço Escola Superior de Educação de Santarém em Second Life (SLESES);
• implementar e programar os objetos no referido espaço;
• conceber e implementar videogramas promocionais e de divulgação em SL;
• conceber e disponibilizar manuais de ajuda para os novos residentes/visitantes do SLESES.
Para tal, foi constituída uma equipa de trabalho pluridisciplinar, agregando alguns docentes (Ana Loureiro, António Andrade, Dina Aguiar, Jean Campiche, José Nunes, José Soares e Maria Barbas, docentes estes que têm a seu cargo a coordenação e a dinamização do grupo a que pertencem) e um vasto número de estudantes. Será esta equipa que irá conceber, desenvolver e implementar todo o espaço virtual do SLESES.
A equipa foi dividida em cinco grupos de trabalho distintos, determinados pelas necessidades e especificidades inerentes ao projeto. Importa salientar que a equipa foi constituída de forma voluntária. Para além dos docentes, como já referido, conta com estudantes do mestrado em Educação e Comunicação Multimédia, da licenciatura em Educação e Comunicação Multimédia (regime diurno e noturno) e da licenciatura em Artes Plásticas e Multimédia. Serão cerca de quarenta os elementos envolvidos neste projeto e a trabalhar para que o SLESES atinja os objetivos a que se propõe.
Para a criação e posterior dinamização do espaço SLESES, foram definidas quatro grandes áreas/grupos, a saber
• “scripting”, que se irá debruçar sobre a conceção do espaço, programação dos objetos e comportamento dos avatares;
• “building” e Design, área que irá adquirir competências para modelação dos objetos 3D e para conceber, desenhar e construir novos objetos e espaços;
• multimédia (Machinima), que irá construir videogramas e conteúdos multimédia para passarem em espaço virtual;
• “helpdesk” (ajuda), que terá como função primordial a de dinamizar e promover a interação entre a escola virtual e a escola real.
Numa fase posterior, haverá uma quinta equipa que ficará responsável, como já referido, pela avaliação das implicações, influências e potencialidades do SLESES nos processos de ensino-aprendizagem. Este grupo é coordenado por Maria Barbas (aka Rocio Barbasz) e Ana Loureiro (aka Anitia Loire).
O projeto conta, ainda, com a colaboração do Centro de Documentação e Informação (CDI), do Centro de Recursos Audiovisuais (CRAV), do Centro de Informática (CI) e da Associação de Estudantes da ESES.

Desde 2007 – (Financiado_Poliempreende)
Coordenadora do Projeto Poliempreende na ESE do IP de Santarém, projeto Nacional do Ensino Superior.
As empresas, com forte componente inovadora, são fundamentais para a transformação de ideias e projetos do meio científico e académico em resultados concretos suscetíveis de exploração económica e com viabilidade no mercado, contribuindo nomeadamente para a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, a proteção do meio ambiente e o desenvolvimento/implementação de tecnologias de informação.
Este projeto visa contribuir para:
– a mudança de atitudes dos atores académicos dos Institutos Politécnicos, induzindo-os a incorporar nas suas atividades regulares o desenvolvimento e a aplicação de métodos para a valorização do conhecimento gerado;
– o enriquecimento curricular, dando resposta ao desafio do processo de Bolonha e às orientações da Estratégia de Lisboa;
– a constituição de novas empresas de cariz inovador e implementação regional, com potencial de crescimento.
Terá os seguintes destinatários
– estudantes de graduação ou pós-graduação de escolas dos Institutos Politécnicos envolvidos, com inscrição em vigor;
– diplomados de qualquer grau, há menos de 3 anos, por escolas dos Institutos Politécnicos envolvidos;
– docentes das escolas dos Institutos Politécnicos envolvidos ou outros indivíduos, desde que integrando equipas constituídas maioritariamente por estudantes e diplomados.

Desde 2010- 2006 – (Financiado_FCT_ 2400)
Coordenadora do Projeto Fluids ID. Projeto Nacional da Escola Superior de Educação de Santarém. (Projeto com financiamento da FCT). http://w3.ese.ipsantarem.pt/fluidsid/
O projeto e-Portefólio 2.0: instrumento pedagógico de empregabilidade pretende contribuir para o conhecimento e implementação de uma ferramenta – e-Portefólio – de sociabilidade – WEB 3.0 – que se inscreve numa Sociedade Fluida e Multimodal.
Esta temática justifica-se numa dimensão nacional, uma vez que pretende dar resposta à medida apresentada no Plano Estratégico Nacional do Plano Tecnológico, mais especificamente, na terceira prioridade, que visa contribuir para a garantia da “coesão social” através da qualificação tecnológica escolar e profissional do cidadão que se movimenta na rede fluida e multimodal da WEB 3.0. Para tal, tentaremos apresentar o “e-Portefólio” como um instrumento capaz de ajudar a promover a empregabilidade e o empreendedorismo do cidadão.
Numa dimensão internacional, pretendemos através deste projeto dar resposta às medidas que estão a ser implementadas, a nível mundial, pelo Europortfolio Memorandum of Understanding (MoU) – EIFEL (Building and Learning Europe) e, no continente americano, pelo “Learning Innovations Forum” (LIFIA), no sentido de criar um e-portfólio para todos os cidadãos até 2010.

2003 – (sem financiamento)
Elaboração e Coordenação do Projeto Olhares de um projeto entrecruzado: da sala de aula ao ciberespaço – “À aventura interdisciplinar das línguas com suporte “WEBQuest”, uma parceria da ESES e da Escola Secundária Sá da Bandeira.
O estudo “À Aventura das línguas com WEBQuest” situa-se na área de interseção das unidades curriculares curriculares do 7º ano com a unidade curriculare de 4º ano do Curso de Professores do EB, variante de Educação Visual e Tecnológica, de Técnicas da Comunicação Audiovisual. Enquadra-se na área de conceção e produção do projeto na unidade curricular de Área de Projeto e de exploração de conteúdos das unidades curriculares de línguas (Português, Alemão, Inglês e Francês) e de outras unidades curriculares (Ciências Naturais, Matemática, Geografia, História, Físico-Química, Educação Visual e Educação Física).

2000 – (sem financiamento)
Elaboração e coordenação do Projeto Vamos aprender, divertindo-nos com a língua e as tecnologias, destinado a aprendentes do 4º ano do 1º Ciclo do Ensino Básico e enquadrado no âmbito do Ensino Precoce das Línguas e das Tecnologias de Informação e Comunicação.

2000/1999 – (sem Financiamento)
Cordenação, em parceria com Marina McIsacc, do Projeto Convergência Interativa Internacional, entre os estudantes de Técnicas de Comunicação Audiovisual do Curso de Professores do 2º Ciclo na Variante de Educação Visual e Tecnológica e os estudantes de Educational Media and Computers de Arizona State University.